Que tal dar um alô, um abraço, um aperto de mão, um toque de puro entusiasmo para uma pessoa querida? Não faça isso pensando que é forçado, que está sendo obrigado, faça porque se sente bem. Só nessa vibração. Veja só como passamos o ano todo cheios de ocupação, com tantas atividades, que nem nos sobra um tempinho.

Aí chega nesses dias de festas e lembramos que poderíamos ter dado um telefonema para alguém, e ainda não demos. Que poderíamos ter enviado uma mensagem, e não enviamos. Pensando bem, a gente avalia todo nosso comportamento e se diz: “Ah! Quem sabe eu faça isso no ano que vem”.

Ou a pessoa se sente culpada por não ter dado atenção e passa a ligar para todo mundo em um ou dois dias antes do Natal ou do final do ano. Aquele estresse. Aquela correria, que tensão, que agitação. Depois de todos esses esforços, paramos e pensamos: – “que bom que conseguimos falar com as pessoas que queríamos nessas datas tão importantes”.

Aí eu lhe pergunto: você só se lembra das pessoas que gosta, das que têm afeição, das que guarda um carinho, só nessa época do ano? Vou lhe dizer que, se isso está ocorrendo, tem alguma coisa que não está bem. Pois, lhe proponho um desafio.

O desafio é fazer e estender essas atitudes de ligar e mandar mensagens nos próximos dias do ano que vem. Se sentir que essas atitudes lhe fazem bem e muito mais a quem as recebe, continue fazendo para sempre. Isso mesmo: para sempre. Quem sabe no próximo ano não se sinta obrigado a ligar só nessa época. Não espere essas épocas de comemorações para lembrar-se de quem gosta e de quem ama.

Dê esse toque de confraternização a qualquer hora, a qualquer momento, daqui para frente. Sua vida parecerá uma festa do presente.

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