Você já foi enganado? É uma sensação desagradável, não é? Para definir ainda mais como  é ser enganado podemos utilizar o termo: traição. Essa palavra que traz em si um vasto campo para analise de circunstâncias que ocorrem no cotidiano.

O momento em que descobrimos que o que era para ser feito e não foi. Como nos sentimos? Chateados, pois fomos enganados. Outro exemplo: demos alguma ordem para que pessoas cumprissem, houve compreensão e todos entenderam o que era para ser feito e todos concordaram. Passado um tempo, fomos conferir a ação. E descobrimos, novamente, que nada foi concretizado. Como ficamos? Compelidos a mandar os responsáveis embora? Não, vamos dar uma chance. Afinal, errar é humano. Mas, nos sentimos enganados.

Vamos ao exemplo tradicional: um casal, relativamente de bem um com outro, resolvem, sem alardes, mas por alguma oportunidade que a vida lhes oferece em ter amantes. Eles assumem o risco de serem descobertos. Fazem tudo dentro de rituais, senhas, códigos e horários. Até que um dia, são descobertos. E, se sentem trapaceados, fora de controle com aquela situação, traídos, enganados. Decepção! Rupturas!

A pessoa que engana tem, em síntese, muita criatividade para o ato da embromação. Cabe ao enganado aceitar ou não aquela situação por mais ou menos tempo. Penso que cometer um erro sem querer, por imperícia, imprudência ou negligência pode até ser aceito dependendo do tipo de erro. Enganar é um ato de quem quer se aproveitar da condição de desinformação, descaso ou desconhecimento do outro. É de alguém que falta com a verdade no que diz, faz, crê ou pensa. É desacreditar nos relacionamentos.

Crédito foto: jovenscontagiar