Blog Mario Enzio

Aprecio a leitura, não me canso de intercalar assuntos, para aprofundar-me, especializar-me, em algum tema que estudo. O que mais gosto de ler? O livro que está me falando ao coração naquele momento.

Promessas

20 de janeiro de 2016

promessasPromessas estão entre as ações que pessoas concordam entre si ou consigo mesmas. Pelo menos, deveria ser assim. Vejo que algumas promessas são cumpridas, do tipo religioso, com muito fervor, com dedicação e até com determinação.

As pessoas que cumprem essas promessas são capazes de se deslocarem por quilômetros para confirmar a sua fé e pagar uma dívida que tem para com um santo que lhe alcançou uma graça.

Mas, têm pessoas que nem esse tipo de promessa consegue cumprir. Chegam a fazer um acordo mental, afirmando que depois irão exercer esse dever. Na base do “quando der ou puder, eu pago”.

Essas pessoas não são as boas pagadoras de promessas. Elas deixam para outra oportunidade. E, sabe-se lá quando isso era acontecer.

Afinal, o que são promessas? E por que as pessoas nos cobram pelo que prometemos?

Uma promessa pode ser algo que alguém pretende cumprir, que acontece com pessoas que aceitam um acordo, um contrato, que conseguem com esforço pagar uma dívida. Quem promete sabe que tem uma missão pela frente, é uma obrigação moral.

Já os que não estão interessados, que só prometem para se livrar de um compromisso, são aqueles da chamada promessa conversa mole, uma lorota, de um papo furado.

Essas são as promessas que ficam jogadas para o canto, e que não passam da vontade. A pessoa só fica afirmando que irá cumprir, mas que “agora não dá”, ou que “a qualquer hora dessas irá dar um jeito e cumprir”. Pois é, não acredite, é pura enrolação!

Alguém que de fato, quer cumprir uma promessa, não fica nesse estado de enganação. Quem tem palavra, não quebra um juramento. Mas, entendo que jurar ou prometer estão em baixa hoje em dia. Então: se prometer, tente cumprir!

Crédito foto: banco_de_fotos

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Surpresa!

23 de dezembro de 2015

Que tal dar um alô, um abraço, um aperto de mão, um toque de puro entusiasmo para uma pessoa querida? Não faça isso pensando que é forçado, que está sendo obrigado, faça porque se sente bem. Só nessa vibração. Veja só como passamos o ano todo cheios de ocupação, com tantas atividades, que nem nos sobra um tempinho.

Aí chega nesses dias de festas e lembramos que poderíamos ter dado um telefonema para alguém, e ainda não demos. Que poderíamos ter enviado uma mensagem, e não enviamos. Pensando bem, a gente avalia todo nosso comportamento e se diz: “Ah! Quem sabe eu faça isso no ano que vem”.

Ou a pessoa se sente culpada por não ter dado atenção e passa a ligar para todo mundo em um ou dois dias antes do Natal ou do final do ano. Aquele estresse. Aquela correria, que tensão, que agitação. Depois de todos esses esforços, paramos e pensamos: – “que bom que conseguimos falar com as pessoas que queríamos nessas datas tão importantes”.

Aí eu lhe pergunto: você só se lembra das pessoas que gosta, das que têm afeição, das que guarda um carinho, só nessa época do ano? Vou lhe dizer que, se isso está ocorrendo, tem alguma coisa que não está bem. Pois, lhe proponho um desafio.

O desafio é fazer e estender essas atitudes de ligar e mandar mensagens nos próximos dias do ano que vem. Se sentir que essas atitudes lhe fazem bem e muito mais a quem as recebe, continue fazendo para sempre. Isso mesmo: para sempre. Quem sabe no próximo ano não se sinta obrigado a ligar só nessa época. Não espere essas épocas de comemorações para lembrar-se de quem gosta e de quem ama.

Dê esse toque de confraternização a qualquer hora, a qualquer momento, daqui para frente. Sua vida parecerá uma festa do presente.

Crédito foto: mdig.com

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Enganar e Desacreditar

27 de novembro de 2015

Você já foi enganado? É uma sensação desagradável, não é? Para definir ainda mais como  é ser enganado podemos utilizar o termo: traição. Essa palavra que traz em si um vasto campo para analise de circunstâncias que ocorrem no cotidiano.

O momento em que descobrimos que o que era para ser feito e não foi. Como nos sentimos? Chateados, pois fomos enganados. Outro exemplo: demos alguma ordem para que pessoas cumprissem, houve compreensão e todos entenderam o que era para ser feito e todos concordaram. Passado um tempo, fomos conferir a ação. E descobrimos, novamente, que nada foi concretizado. Como ficamos? Compelidos a mandar os responsáveis embora? Não, vamos dar uma chance. Afinal, errar é humano. Mas, nos sentimos enganados.

Vamos ao exemplo tradicional: um casal, relativamente de bem um com outro, resolvem, sem alardes, mas por alguma oportunidade que a vida lhes oferece em ter amantes. Eles assumem o risco de serem descobertos. Fazem tudo dentro de rituais, senhas, códigos e horários. Até que um dia, são descobertos. E, se sentem trapaceados, fora de controle com aquela situação, traídos, enganados. Decepção! Rupturas!

A pessoa que engana tem, em síntese, muita criatividade para o ato da embromação. Cabe ao enganado aceitar ou não aquela situação por mais ou menos tempo. Penso que cometer um erro sem querer, por imperícia, imprudência ou negligência pode até ser aceito dependendo do tipo de erro. Enganar é um ato de quem quer se aproveitar da condição de desinformação, descaso ou desconhecimento do outro. É de alguém que falta com a verdade no que diz, faz, crê ou pensa. É desacreditar nos relacionamentos.

Crédito foto: jovenscontagiar

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Falar Sério

30 de outubro de 2015

Será que o que falamos consegue passar o que queremos comunicar? Creio que precisamos nos entender primeiro em relação a essa frase. Valeria à pena começar delimitando nosso texto e perguntar: o que é lógica? É quando o raciocínio é coerente, acertado, quando há bom senso no que expomos em nossa fala ou na escrita.

É a função critica do pensamento, quando o discurso, a maneira de falar de alguém, é racional. O que resulta numa informação normal das coisas. Somos seres pensantes e falantes. Nem sei o quanto de pensantes, mas somos muito falantes. Enfim, nos comunicamos de alguma maneira. Pessoas sempre estão pronunciando, articulando, um conjunto de palavras.

Ao chegarmos perto de uma roda de conhecidos, se estivermos por dentro da conversa, podemos até conseguir compreender senão teremos que pedir para que uma pessoa nos explique do que estão falando.  Mas, em muitas vezes, há indivíduos que entram numa conversa sem saber do assunto. E aí é que começa o problema: falam, explicam, e nem sabem do que estão raciocinando.

O que podemos pensar? Que essas pessoas são mal informadas, deslocadas do grupo, que estão fora do assunto ou que são limitadas na matéria. Aí é que está o ponto de avaliação: temos que compreender se o erro é nosso ou se foi na maneira de como o outro falou. Se ele falou e não disse nada.

Assim, uma pessoa pode falar o que quiser, pode até ter lógica, que seja coerente, mas que não terá nada a ver com o que estamos conversando naquele momento. Por exemplo: se o grupo está falando de futebol, não venha contar como a massa do pão desandou.

Conversar educadamente depende do assunto e do contexto. Não componha frases apenas para emitir algum tipo de som sem qualquer significado.

Crédito da foto: pt.wix.com

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Arruaça

15 de outubro de 2015

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Quem vive em condomínio pode ter vivido experiências estressantes com vizinhos. Nada que não possa se resolver. Será?

A novidade revolucionária que veio junto com os prédios de apartamentos foi o elevador, que começou a ser fabricado no Brasil em 1918. Sem ele era um esforço descomunal subir vários lances de escada com as compras do mês. O que o digam os que moram em andares altos quando falta luz ou os de prédios antigos sem essa facilidade de locomoção.

Se bem que nesses prédios mais antigos têm quatro, cinco ou no máximo seis andares. Sabe-se que subir doze lances de escada não é para qualquer um.  Naqueles tempos o esforço podia ser compensado. Talvez por conta disso as pessoas tivessem um corpo mais definido. O glúten não era tema nas conversas. Nem a gritaria nos corredores do prédio, muito menos fazer um churrasco na laje, ouvia-se pouco o que o outro fazia além da sua porta.

A moda era outra e o nível de relacionamento com os vizinhos ocasionavam outras sintonias. As pessoas se conheciam, sabiam os nomes dos moradores, se olhavam nos olhos, e, podem acreditar no que vou escrever: se cumprimentavam. Anos vão e vêm, os prédios ficaram espigões. Morar em prédio pode ser sinônimo de progresso, mas quem vive dentro deles não necessariamente significa que tenha evoluído em aspectos de convivência e respeito.

Não saberia dizer se as paredes ficaram mais finas, já que o prego não fixa sem uma boa bucha ou porque se utiliza do gesso que é mais barato que o concreto, o que consigo perceber é que se escuta quase tudo que o vizinho está fazendo. Por estar assim tão próximo do vizinho, não deveria ser mais solidário?

Crédito foto: migramundo

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Distraídos

30 de setembro de 2015

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Somos seres que nos preocupamos com uma série de assuntos durante o dia. Se a comida do restaurante estava boa, se o empregado chegou no horário, se o pedido foi entregue, como exemplos. Estamos sempre zelando por alguma coisa.

Não importa o quê, há sempre algo que exige nossa atenção. Vai atravessar a rua? Terá que olhar para os lados. Sim, porque pode ser que um desavisado ainda esteja trafegando pela contramão. Está parado no ponto, se olhar para ver alguma mensagem no celular, pode ser que perca seu ônibus. Há sempre um ponto de convergência que pode alterar seus planos, rotinas ou o bolso. Enfim, sua vida. Quer continuar analisando, vamos lá.

Deixou a luz acessa, vai pagar mais na conta. Não avisou que ia chegar tarde, a porta ficou trancada e teve que se arranjar para dormir. Podemos fazer uma série de coisas no chamado ‘piloto automático’, porque estamos em puro estado de distração mental.

Grande parte das pessoas nas grandes cidades, – hoje eu já diria que até nas pequenas cidades, estão vivendo sob um estado de tensão e estresse operacional. Estamos pré-ocupados com coisas que não têm muito a ver e com outras menos ainda. E, por vezes, com essa enxurrada de situações acabamos nos esquecendo do que é essencial, do que é necessário e do que é, relativamente, importante. Ou seja, se distraem com a própria distração.

A razão da distração é o excesso. Ser distraído têm níveis que podem preocupar e exigem até tratamento, mas pode ser um leve sintoma de desinteresse ou alienação. O pior é quando nos sentimos manipulados e não sabemos ou não conseguimos diferenciar o que nos desorienta ou nos confunde. Parece que queremos ficar distraídos. Seriam felizes os que podem se desligar do mundo voluntariamente sem se preocupar com o que ocorre à sua volta?

Crédito foto: emaze.com

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Estraga Prazeres

22 de setembro de 2015

Imagine estar ligado na novela por duzentos capítulos esperando o momento decisivo em que o malvado será ou não vingado. Ou que a vilã será desmascarada ou o mocinho irá ou não ficar com a bela e sensual garota. Aí antes que se possa ver a cena decisiva alguém resolve contar o final da trama.

Essa atitude sem noção, nos dias da modernidade, tem o nome de “spoiler”. Do inglês “spoil”: estragar, arruinar, destruir. Que ainda pode ser uma peça usada nos carros para gerar mais estabilidade. Nosso “spoiler” é alguém que conta o que um preguiçoso quer saber.

Esse “spoiler” poderia receber um castigo, se contasse o final que não queremos saber. Pensemos numa maneira de penalizar: quando conversávamos em voz alta em sala de aula, éramos punidos a escrever uma centena de vezes: “não devo conversar em sala de aula”. Sendo assim, a pessoa que contasse o que não queremos saber seria, como um serviço à comunidade, obrigada a escutar uma história – do repertório infantil: Chapeuzinho Vermelho ou uma que já soubesse o final por um número de vezes. A história lhe seria contada cada dia na casa de algum idoso para que essa experiência surtisse o efeito de saber respeitar e ficar em silêncio.

Entretanto, nesses tempos de múltiplas mídias e diversidade de interesses, vamos defender o direito da livre expressão. Entendemos que uma coisa é abrir a boca na hora da novela, do filme, e outra é escrever no jornal ou site. Assim se você está lendo o segredo do final da novela em um veículo de comunicação é porque quer saber o que irá ocorrer. Uma coisa é ler, outra é ficar falando alto na sala de visitas, repleta de amigas da tia, que vieram assistir ao último capítulo. Esse é o fim!

Crédito foto: naniesworld

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Postura de Ex

14 de setembro de 2015

ex1Um ‘ex’ é uma certa condição social de que amanhã não sou mais nada daquilo. Há o que se pode revelar ou o que ainda não se revelou. Há uma traição que irá criar uma nova situação e há sempre um estado que será modificado e que pode ser um drama para o resto de uma vida.

Caso clássico é de ex-marido quando não paga pensão, que fica em estado de perpetuação. Do outro lado, se tem pressa na ação de cobrança e não se tem disposição para se olhar na cara. Situação oposta da ex-esposa que nas redes sociais mostra os novos amores e depois posta desaforos do mais novo ex-namorado. Desdém é pouco: – cara ruim de cama, além de mau caráter. Quero que minha inimiga se apaixone por ele. E completa: – era disso que eu gostava?

Podemos afirmar, com certo grau de erro, que na vida de qualquer pessoa há situações vividas com ex-patrões, suas histórias de amor e ódio, ou com ex-amigos que podem ter ciclos de rupturas e reatamentos.

Na vida de algum ‘ex’ a internet facilita ou dificulta quem quer esquecer. Pode ser uma aliada na cobrança de pensão, no rompimento de relações ou no aumento da dor de cotovelo. Encontram-se fotos, lugares visitados, sempre em clima das novas alegrias. Difícil ver algum ‘ex’ que poste uma mensagem negativa. Parece que fazem essas veiculações para causar algum prazer intenso de falsa satisfação. Ou não! Podem estar mesmo felizes, gozando sua liberdade ou prazer infinito da alma, por terem conseguido se libertar de algo que os aprisionava.

Ser ‘ex’, requer, entretanto, algumas considerações: ou você é ou não é. Você foi um bom marido, uma boa esposa, um bom patrão ou um bom amigo. Agora não é mais. Só que algumas figuras de ‘ex’, não conseguem se esquecer de sua condição: mal de ‘ex’ é se achar inesquecível.

Crédito foto: thesunonline

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Minta para mim

12 de dezembro de 2014

A mentira convcive lado a lado com a verdade. Assim como amor e ódio. Aliados ironicamente na retórica pós-moderna. Descobrimos aquelas pequenas mentiras, as mentirinhas sem dano aparente, ou as grandes mentiras quase todo dia. E causam alguma comoção ou desprezo. Vem como revelações bombásticas ou alegóricas, possíveis pela liberdade de imprensa ou meios fofoqueiros. Li que há pessoas que não foram feitas para dizer a verdade. É quando a mentira é mais vantajosa.

Não sei se gosto quando a ciência ajuda a explicar atitudes comportamentais como sendo um desvio permanente. Foi o que disse o neurocientista Ming Hsu, que descobriu em suas pesquisas, na Universidade da Califórnia em Berkeley. Argumenta com a analise que precisamos nos esforçar para permanecer honestos quando há chances de nos beneficiarmos à custa dos outros.

O que estava em questão era o envio de uma informação mentirosa para o ganho pessoal. E isso se dá numa relação causal entre uma região cerebral, de quem tem danos no córtex pré-frontal dorsolateral (região associada ao controle dos impulsos) e o comportamento honesto, argumenta o cientista Hsu. Acrescenta que “os pacientes com lesão nessa região do cérebro estavam mais dispostos a enganar do que o restante para proveito próprio”.

Se considerarmos que uma parcela da população pode ter essa distorção impregnada no cérebro, isso pode ser uma explicação para a falha de caráter nesse grupo. Seria uma avaria que implica na mentira como uma atividade normal da característica de personalidade. Honestidade, então, seria para mortais não providos dessa lesão.

Crédito foto: hyperscience.com
 

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Rei de CopasEstá em destaque nos noticiários sobre um provável acidente aéreo em São Paulo na próxima semana, propagando conteúdo alarmista. Está causando uma sensação de incomodo em muitas pessoas e gerando um clima de terrorismo psíquico. Penso que não deveria ter todo esse espaço na mídia. Em 2005 escrevi um livro sobre premonição e profecias, portanto sei do que escrevo.

Em 26 de julho de 2005 estive com outras quatro pessoas no escritório de um advogado que presenciaram o texto feito de próprio punho por esse vidente. Para tentar provar se suas ditas habilidades procediam ou não, fui eu quem tirou as cópias e as autentiquei em 2 de agosto de 2005, que fala desse acidente aéreo. O que tenho a alertar é: preste atenção sobre o que são e como são feitas as previsões premonitórias.

Quanto ao meu livro, tirei-o de catálogo. Triturei mais de três mil exemplares por não concordar com o que havia escrito. Entretanto, esse tema ainda me causa estímulos para retomar e reescrever. Ainda irei retratar detalhes do que venho observando e recolhendo de material nesses anos.

Para completar, vou citar alguns conceitos e definições para não falar ou compreender errado. O que é, o que é? Premonição: advertência antecipada do que vai acontecer. Se alguém tem pressentimento de que vai ocorrer, não dá para mudar. Vidência: é a qualidade de um vidente, que tem a faculdade de visão sobrenatural de cenas futuras ou de cenas que estão ocorrendo em lugares onde ele não esteja presente. Logo, haverá aquela cena em um momento futuro.

Não existe essa conversa mole de que o vidente viu, falou, mas que você pode modificar. Segundo a crença, essa visão é de algo que está determinado para acontecer. Se o evento pode ser evitado, não é vidência ou premonição. É chute, ficção ou uma informação destituída de lógica. Cada coisa em seu lugar. Não se pode misturar capacidade pré-cognitiva com livre arbítrio. São duas atitudes que não caminham juntas, são opostas. E, por falar em precognição, define-se como: conhecer antes; ter conhecimento ou percepção prévia. O que dá para se somar aos significados desse mesmo rol de teorias da percepção sensorial.

Esses conceitos são uma capacidade natural da espécie humana. Mas, não podem ser tratados de maneira banal, como são tratados por aí. Para quem se dedica ao acompanhamento desses fenômenos, quem registra tais revelações, sabe como descobrir o que está no campo da falsidade. Quando se fazem experimentos, que podem ser verificados, se esse alguém é dotado dessa percepção extra-sensorial, verifica-se e comprova-se no teste de paranormalidade. E, anote, não vale aparecer com o relato do fato depois do ocorrido. Isso é enganação.

Assim quem for capaz de dizer o que irá ocorrer de forma espontânea, natural e se verificar o fato é um vidente de verdade. Não existem videntes atuando em tempo integral. Não vou me aprofundar nisso agora, nem quanto ao nível de acertos. Mas, fique sabendo que na premonição não há desvio de rota. Ela, simplesmente, ocorrerá.

Se alguém com essa capacidade lhe disser que uma pessoa vai morrer ao cruzar uma fronteira em determinada data: isso vai ocorrer. É assim que as pesquisas dessa área dizem clara e taxativamente. Senão é bobagem. É charlatanismo. O que vem a ser: uma prática pseudocientífica, subcultura impostora, proclamada por alguém que quer algum tipo de vantagem.

Se as pessoas tivessem memória dos acontecimentos, veriam que há muitos desses casos que não preenchem as mínimas condições exigidas de experimentação, para se comprovar sua veracidade.

Esse assunto é tão distorcido, que se tornou tema para um programa de televisão. Um desses ‘realities’ fora de propósito. É um show que busca encontrar, através de provas de adivinhação, o maior vidente do país. Uma coisa é a capacidade de antever um fato e outra é estar dentro dos padrões estatísticos da probabilidade de acertos e erros. Também, não vou me aprofundar nessa linha. Só sei que a mídia populista gosta da audiência para garantir sua sobrevivência aos domingos. Nada legal.

Portanto, daqui para frente: compare ANTES e confirme DEPOIS do evento. Será melhor se tiver registros ou elementos que comprovem com datas e testemunhas. Então, fica claro que premonição, vidência ou profecia precede o fato. Que não dá pra mudar, que vai ocorrer o fato. Senão é outra coisa: é boato, rumor, fofoca, balela, zunzum. É ato de quem quer se aproveitar da desinformação das pessoas por não acompanharem esses assuntos áridos.

No dia 26 de novembro confirmarei mais uma prova de evidência negativa. Para o bem da cidade de São Paulo e de todos envolvidos!

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