Blog Mario Enzio

Aprecio a leitura, não me canso de intercalar assuntos, para aprofundar-me, especializar-me, em algum tema que estudo. O que mais gosto de ler? O livro que está me falando ao coração naquele momento.

O mundo gira e as mudanças rodam

2 de outubro de 2014

Dentro de alguns dias preveem-se sinais de mudanças nos quadros políticos com ou sem reflexos sociais. Algumas serão consideradas como esperadas, outras serão surpreendentes. Iremos conferir. Mas, nada que se veja um cenário muito diferente do que aí está. Por quê? Porque mudanças profundas só existem quando se coloca de lado o que não se quer mais. Quando se joga fora o que não se usa ou se reutiliza como outra coisa. É preciso algum tempo maior.

Assim como quando pensamos em nosso mundo exterior, que em tamanho, é muita coisa para ser pensada como um todo, esse que está aí, em que agimos na natureza, que se transforma e deteriora, está em constante mudança. Não notamos, mas a cada dia alteramos alguma parte desse mundo. Quer seja na transformação das paisagens urbanas, na extração e esgotamento dos recursos, na contaminação do ar, dos rios, mananciais, da extinção de seres e outras. E, não percebemos as consequências no correr dos dias comuns, só depois de muitos anos de deterioração ou interferência é que iremos nos dar conta.

É mais ou menos assim que nos sentiremos depois desses dias de eleição. Ficará aquele sentimento de que o que fizemos foi pouco pelo que ainda tem que ser modificado. E não saberemos se estamos elegendo futuros indiciados em processos ou políticos que terão seu patrimônio elevado bem acima de seus rendimentos ou pessoas éticas que farão um bom trabalho à comunidade.

As mudanças que vem nem sempre estão na velocidade dos nossos desejos e vontades, de não estar dentro de nossas expectativas. Por isso, a ideia de mudança contínua é algo que deve ficar sempre dentro de nós. Essa questão que levantamos são preocupações constantes na ciência política desde há muitos anos, feitas por vários pensadores, e que devem permanecer em nós como dúvidas inquietantes.

Crédito foto: produzindo.net

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Números podem assustar

25 de setembro de 2014

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Essa afirmação é tão verdadeira que boa parte das pessoas não gosta de matemática. Essas pessoas, em geral, alegam que os números são incompreensíveis. Não conseguem mergulhar no estudo da álgebra, de equações e sistemas do primeiro e segundo grau, de fórmulas, cálculos e expressões numéricas, potenciação, percentuais, produtos notáveis, funções.

Ufa! Só de lembrar assusta, arrepia, apavora muita gente. Mas, a matemática pode ser uma aliada, quando consegue explicar fatos do cotidiano, por exemplo. Como níveis de desemprego, inflação, corrida eleitoral, entre outros.

Essa é a função da matemática aplicada, que é um ramo da matemática, que, por ter uma base sólida, oferece um amplo conhecimento multidisciplinar, onde a estatística se encontra. Que serve com seus fundamentos de projeções, probabilidades e tendências nos fazer compreender determinados episódios sociais.

Pelo menos, deveria ser assim. Quando não se manipulam dados. Quando apesar de toda formação acadêmica dos técnicos que a utilizam, não praticam seus procedimentos com a devida ética. No popular: manipulam os dados. Maquiam, alteram ou distorcem. Ou nem sempre refletem o quadro e a autenticidade do que estamos querendo analisar.

Além desse costume político manipulador, tem o lado da interpretação estatística, que nos dá um exemplo do impacto, do conflito provocado pelos números. Gosto de citar um diálogo entre dois empresários atônitos com a situação instável do mercado de trabalho. Estão num bar, em um bate papo cabeça.

Um diz ao outro: – Que loucura esse mercado. Como está difícil manter-se com essa economia inconstante. Tive que mandar embora 50% dos meus empregados. Responde o amigo: que desgraça, que decepção. É a recessão! Quantas pessoas tiveram que ser demitidas? O empresário resignado responde: uma. Eu tinha dois empregados.

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O que se entende quando falamos

12 de setembro de 2014

Aos humanos foi dada a arte de falar. E divagar é algo que sai da nossa boca toda vez que começamos a nos comunicar. Isso não é só minha observação. Goethe, escritor e pensador alemão, há mais de duzentos anos já dizia que “assim que fala, a pessoa começa a divagar”.

Acrescento a capacidade que temos em argumentar, considerada uma modalidade mental articulatória ainda mais fantástica. Em nossa astúcia em persuadir, quando estamos sendo atacados em discussões. Nesse ponto, a linguagem tem uma parte bem definida de não se adequar ao ponto de vista lógico.

O momento político, o exercício da democracia, inspira essa avaliação de maneira mais apropriada. Nota-se que conseguimos encontrar palavras para explicar o inexplicável ou até o impossível. Pode não haver lógica, nem coerência, mas as palavras estão aí para quem quiser acreditar.

Em seu livro, “A Arte de ter Razão”, Arthur Schopenhauer apresenta, de modo irônico, trinta e oito estratégias para serem usadas para vencer uma discussão sem ter a razão. Nas palavras do autor, “afinal de contas é em ganhar que você está interessado, não na verdade”. O que importa é o resultado, a pessoa que for mais hábil conseguirá manter a sua posição. Nada mais útil a quem não quer largar de privilégios e vantagens.

Destaco uma dessas estratégias, que sempre me vêm à mente, quando vejo políticos em debates: a de que o que o seu oponente propor, em algo em particular, simplesmente ignore. Compreenda em um sentido diverso. Ou seja, se o oponente falar em educação pode ser entendido como saúde mental. Em seguida, ataque e diga que uma coisa está ligada à outra. E, por isso, precisa ser refutada, desconsiderada. Desqualifique a declaração. Coloque-se em oposição, dizendo tudo diferente do que foi dito. Você não estará com a razão. Não importa, mas estar certo não é o suficiente nesse debate.

E, vivemos, assim, felizes para sempre!

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Verdade ou mentira?

3 de setembro de 2014

Foto: Divulgação

A disseminação de conteúdo falso, contraditório, incoerente é algo absurdo nas redes sociais. Aliás, na internet, há um concentrado e bem dirigido, mundo de boatos. Pode ser um território de ninguém ou uma interessante mesa de bar. Cada um fala o que quer dentro do que considera o seu senso comum. Sem comentar no número de idiotas que postam mensagens sem qualquer noção do ridículo. Não dá para calcular. O que considero ruim ou péssimo é que muitas dessas mensagens ganham notório destaque. E, ainda, tem quem compartilhe essa informação, usando para fundamentar em seus argumentos. Fico atordoado com a quantidade de asneira que se ouve ou se lê.

Penso que se quiser gastar seu tempo com uma boa formação, procure saber quem postou a mensagem. Não desperdice seu tempo. Cuidado com textos compactos. Muitos desses aforismos fazem parte de um contexto maior. Outros até por serem reduzidos poderiam estar trazendo uma boa síntese, mas em geral são bobagens resumidas. Saiba como avaliar. Saber entender isso, só indo a cada matéria e mergulhando no que o assunto quer abordar. A sua origem, se é verdade ou mentira.

Muitas mensagens, fotos ou depoimentos nem sempre são dos personagens que os assinam. Alguns escritores, apresentadores de televisão e jornalistas já afirmaram categoricamente que não difundem ou divulgam suas ideias na net. Por outro lado, a opinião de algumas pessoas é distorcida por uma guerra de interesses políticos, econômicos ou mercadológicos.

Nessa trincheira, há uma patrulha de seres da contrainformação, um bando, que produz conteúdo para confundir, perturbar ou atrapalhar. O tema, o candidato, a pessoa, a ideia que não está de acordo com as suas é bombardeado com inverdades, informações alteradas ou distorcidas. Parece, mas não se trata de uma teoria conspiratória. Quem tiver um pouco de tempo e bom senso, vá atrás da mensagem e saiba primeiro: – quem a publicou? – é a opinião do entrevistado? – confere com o que a pessoa diria? Em resumo, fazer o que um jornalista faz: checar a fonte. Conferir se o conteúdo é verdadeiro, se há distorções. Isso pode ajudar – e muito – na vida real.

 

 

 

 

 

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Moralizar a educação

28 de agosto de 2014

Lousa

O assunto é repetitivo, portanto precisa ser tratado com muita atenção e cuidado. Escrevo em modificar o modelo de escola e de ensino público no país. Nada do que você não tenha lido. Só que se não repetirmos, não iremos cuidar do futuro. Não iremos mudar nunca. O ponto central é: que tipo de adulto ter nos próximos anos? Se não investirmos nas crianças teremos adultos ainda mais desligados, desinteressados, desinformados ou despreparados? Daí, uma solução conhecida, é preciso melhorar as escolas públicas. O assunto é, seriamente, simples: começar a valorizar o professor, melhorar instalações e condições estruturais das escolas, incentivar o estudo com novas metodologias, promover a leitura com a instalação de bibliotecas e algo mais. Esse algo mais é uma mudança de postura das famílias e dos profissionais quanto ao paradigma de quem deve educar em que nível. As famílias já têm uma participação importante, ao integrar os conselhos municipais, em cobrar do poder público, que os recursos cheguem às escolas e sejam bem aplicados. E mais, como digo: é preciso mudar o paradigma de como educar. Isso é: mudar essa ideia de que a escola pública é obrigada a formar uma criança. Esse é um conceito muito amplo. Vamos esclarecer: quem educa é a família e quem ensina é a escola. O modelo que está aí precisa ser modificado ou corrigido com novos padrões de convivência entre a escola e a família. Não se podem mais aceitar que os assuntos de manutenção da casa e sobrevivência sejam mais importantes do que educar os filhos. Esse é um discurso frágil. Não se pensa assim na hora de tê-los, não é? Portanto, é preciso se estabelecer novos padrões, outro paradigma, na formação do indivíduo como um todo. A escola só tem uma parte nesse papel. Os pais, avós, tios, tias ou responsáveis, já que a sociedade se fragmentou em vários formatos, é que devem assumir o outro papel, que é de educar. Como sabemos, além de investimentos que são necessários para valorizar a escola pública, é preciso se alterar esse padrão de abordagem e comportamento, para que tenhamos adultos mais bem formados, comprometidos e responsáveis. Se nada for feito, esse modelo falido que aí está continuará sendo repetido. Assim, o modelo precisa ser revisto, que o respeito ao professor e à escola só virá se a educação for moralizada. Portanto: por uma campanha de moralização da educação!

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Onde estão quando você precisa?

20 de agosto de 2014
É mais fácil multar.

É mais fácil multar.

O trânsito nas ruas e estradas brasileiras mata mais do que algumas guerras. Dá para falar de guerra no trânsito quando o assunto é engenharia de trafego incorreta e educação. Não quero esclarecer dos pontos ideais de ultrapassagem, nem de bêbados circulando na contramão. Mas, da situação da sinalização nas malhas viárias. Veja que estou compreensivo e condescendente quanto à qualidade do asfalto. Pois, quero alertar por partes. Nas estradas a sinalização é deficiente, há locais em que as faixas contínuas poderiam não estar desse jeito. Quero dizer que em determinados pontos a sua sinalização não condiz com o aclive ou declive do terreno. Estão lá por enganos da engenharia. Logo, é possível ultrapassar, sem qualquer perigo, naquele ponto, e não deveriam estar pintadas naquela parte da estrada. Mas, tudo tem um motivo, nem que seja distorcido. O que se vê ou não são policiais rodoviários escondidos atrás de uma árvore esperando que você ultrapasse para lhe dar uma multa. Ando em torno de 1500 quilômetros por mês e vejo muitos absurdos. De todos os tipos de infrações. Olho e imagino que o policiamento educativo poderia ajudar mais do que faturar em multas. Assisti nesse mês, nas estradas trafegadas, umas cinco ultrapassagens de veículos,carros e caminhões, em faixas contínuas que provavelmente não levaram multas, mas que colocaram em perigo algumas vidas.

Crédito: http://www.fisicamarginal.com/2011/12/0051-fisica-as-margens-do-codigo-de.html

 

Crédito: http://www.fisicamarginal.com/2011/12/0051-fisica-as-margens-do-codigo-de.html

 

 

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Recall da camisinha

7 de junho de 2014

Crédito da foto: atonet.com.br

A notícia não causou alardes porque ficou restrita a um círculo de usuários tensos, insatisfeitos ou revoltados, avisados de sobressalto. Não vi destaques, apenas em notas soltas na mídia. Dizia: pacotes de camisinhas, na embalagem promocional do compre 8 pague 6 com problemas de qualidade serão recolhidos. Todo um lote de umas 600 mil camisinhas. O alerta foi preventivo. Mas, como descobrir antes se o produto era impróprio para o uso? E se já foi comprado, alguém não leu a notícia e usou o produto? Por um desvio de qualidade decide-se retirar o produto das prateleiras. Há micro furos que reduzem a eficácia da gravidez e de doenças sexualmente transmissíveis. Vem-me a situação: de quem comprou, usou e não sabe se era do tal lote de riscos. Na linguagem popular: ‘pintou um problema’. Com quem resmungar?

Como seria reclamar de um nascimento, da vida de alguém. Nasceu nesse ano, fruto de um deslize ou de uma noite nem tão tórrida ou nem tão ‘caliente’? Que pena se não valeu à atração. Foi fatal, mesmo. Não diz a nota: menos as que já foram usadas, mas diz que o consumidor pode, ao identificar o lote, pedir reembolso ou trocar. Legal essa medida: quem não puder trocar irá pedir o reembolso pelo presente, passado e futuro dos anos de criação e dedicação do bebê ao adulto que já vem dando e que dará muitas despesas.

Sem contar a dor de cabeça com a mãe que ainda não se convenceu da sua conversa de camisinha furada. Para uma ação maior quem sabe uma indenização? Mas, como provar o nexo causal de um probleminha de microfuro com a carinha daquele pimpolho? Não vai se fácil devolver o pirralho, não!

E, ainda mais, se a situação é de incerteza, de uma variedade de relacionamentos, uma coisa é líquida e certa: a preocupação será em encontrar quem se tornou mãe recentemente. Ah! Que roubada! Não! Que furada! Na próxima, valerá a tal da dupla prevenção? Antes do uso, será uma boa fazer o teste do chuveirinho. Você enche de água e espera um tempo. Se pingar ou molhar a pontinha, bingo! Pelo menos um negócio não está funcionando.

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Rolezinho

17 de dezembro de 2013

Crédito foto: amadeupaes.blogspot.com

A galera resolve marcar encontro de maneira diferente: pelas redes sociais. Até aí tudo parece normal. Anormal é agregar seis mil pessoas para dar um role no shopping. Isso está mais para invasão programada do que para reunião dos anjinhos de Maria. Nada contra as agremiações, mas o que não se suporta são o vandalismo e a bestialidade que estão por trás das propostas dessa gente. Invadir espaços públicos com o intuito de amedrontar. Sabemos pela teoria dos grupos que quando o individuo caminha sozinho, mesmo fazendo parte de um bando, ele fica acuado, não é compelido à disputa, não se sente feroz, nem potencialmente agressivo. Mas, em grupos, o comportamento se altera e se diferencia. Um grito de ordem pode ser um comando para a algazarra, para o confronto em nome do abuso sem motivo. O que era para ser inofensivo se torna inimigo. A matilha fortalece o espírito de domínio territorial, da revanche à preservação pela luta. Só que isso é na natureza hostil, na regra do salve-se quem puder. Não é isso que estamos presenciando. Ou será que é? Posso ver a cara dos lojistas surpresos com a baderna instituída. Os gritos de desordem e o insano passeio ao paraíso das compras. O que é significa esse sinal metafísico? A viagem da incompreensão. Ou de não poder consumir e querer mostrar que a presença vale tanto quanto o dinheiro de quem pode comprar. Momentos descompensados e sem uma única resposta plausível.

 

Crédito foto: amadeupaes.blogspot.com

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Português Explica

3 de outubro de 2013
O idioma é uma força viva, em constante mudança, mas o analfabetismo funcional é algo que preocupa. O que parece ser, mas não é. Qual é a certeza de que estou me comunicando com o outro? Pois é, ao apresentamos um discurso, nele se admitem definições possíveis: de um lado penso que sou capaz de me manifestar e de me fazer entender; de outro, existe alguém que possa compreender e reconhecer o que enuncio. Independente de estilos parece que não conseguimos explorar as dimensões da língua pátria. Em cada comentário ou tuitada notamos um sistema de expressões e erros gramaticais que chegam à beira da incoerência ou do absurdo. Um diria: “bem, mas pelo menos esses aí estão se comunicando”. Outro retrucaria: “se não se comunicam, pelo menos se socializam. Não ficam fechados em seus casulos mentais”. Estamos na linha de frente de mudanças linguísticas, onde a economia de argumentos pode ser defendida pela pouca bagagem literária que é consumida pelas pessoas. Ou melhor, como diria um autor amigo: “a leitura de curtas histórias, propicia a compreensão em pequenas frases, em gotas de conhecimento”. Se assim fosse, os aforismos do “facebook” estariam bombando ainda mais. Sou mais crítico quanto ao âmbito da comunicação, por saber que se lê pouca literatura de qualidade, há muitos falantes, mas pouco bons ouvintes. Muito menos compreensão contextual, à explicitação da mensagem. Sendo assim, haverá falta de consistência, coesão e nexo em muito do que se fala e no que se escreve por aí, como se pode verificar.

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Capitalismo ou O quê?

28 de agosto de 2013

Crédito da foto: http://bit.ly/dinheiro01

Se uns acreditam que o sistema capitalista está falido deveriam propor novas alternativas. Penso que essa é uma luta mais técnica, mais estratégica, do que ficar depredando prédios públicos ou privados. O foco seria propor um sistema que cuidasse mais das desigualdades, que não cometesse os mesmos erros circunstâncias dos últimos, digamos, sessenta anos. Esse sistema atual, por pior que seja ainda tem dado algum conforto aos menos favorecidos. Poderia fazer mais, sim. E não resta dúvida que vivemos numa grande dependência das grandes corporações multinacionais, assim como de países mais ricos que não querem deixar de vender seus produtos.

Gostaria de ter pelo menos uma solução para propor um sistema diferente do capitalismo. Não é de hoje que penso se não haveria outro sistema que pudesse ser menos sofrível ou danoso às pessoas. Não só as pessoas, mas à própria natureza. Visto que quando falamos em macroeconomia uma das primeiras coisas que pensamos é na questão da escassez. Como poderíamos modificar o sistema de troca, bancos, lojas, comércio ou a agricultura. Como substituir o sistema de preços das coisas que nos cercam. Como pensar em estipular novos valores aos bens? Como ter um sistema mais justo de distribuição de renda? Ah! Dinheiro, renda, lucro: porque tanto me surpreende com suas forças ocultas? Se tiverem ideias, para melhorar essas condições, me escrevam.

            
 

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